Centenário do Corinthians

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Imprima e dê para algum corinthiano responder.

10 Piadas em 1 minuto

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Entrevista do comediante Bruno Motta no Programa do Jô. O humorista stand up brinca de contar dez piadas em apenas 1 minuto.

Teste: Você é machista?

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Desenvolvemos um teste que vai determinar se você é machista ou não. Responda as perguntas abaixo e confira o resultado.



Complete a frase: Mulher no volante…

( ) Perigo constante
( ) Coooorre negada
( ) Mulher no volante? Que absurdo!!

Uma boa mulher é…

( ) A dos outros
( ) É uma mulher muda
( ) A que estiver pelada

Lugar de mulher é…

( ) No tanque
( ) Na cozinha
( ) Limpando a casa

Qual o presente ideal pra uma mulher?

( ) Conjunto de panelas
( ) Avental
( ) Espanador de pó

O que uma mulher pode fazer de melhor?

( ) Trazer uma amiga pro sexo
( ) Buscar cerveja na geladeira
( ) Calar a boca

Qual é o ponto G feminino?

( ) Que isso?
( ) Sua carteira
( ) O Shopping Center

Como proceder à uma mulher de TPM?

( ) Trancá-la numa jaula
( ) Passar uma semana longe de casa
( ) TPM é o caralho! cadê meu almoço?

Resultado: Não importa o que você respondeu. Você não é machista!

Ta faltando

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Um jeitinho "Brasileiro" de aquecer a economia.

Cai fora enquanto da tempo! Cilada!

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Entenda como funciona a paixão

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Alguns sintomas parecem de doença: batimentos cardíacos acelerados, tremor nas mãos, rubor na face, euforia desenfreada... Para entender o que acontece no organismo dos obcecados de amor, a antropóloga americana Helen Fisher gastou dez anos pesquisando gente nesse estado. Por meio de exames de ressonância magnética, ela constatou que os neurotransmissores dopamina e norepinefrina aparecem em maiores concentrações no cérebro dos apaixonados.


Basta a pessoa cair de amores para os níveis dessas substâncias subirem. A dopamina determina a forte motivação, a sensação de êxtase e os comportamentos focados em um objetivo. Ou seja, é por causa dela que pensamos obsessivamente no objeto da nossa afeição (a ponto de não conseguirmos enxergar as características negativas dele!). Dopaminados ainda perdem a noção de perigo (transam sem camisinha na boa, por exemplo) e podem demonstrar comportamentos fora do normal. A norepinefrina, por sua vez, deriva da dopamina e por isso produz sintomas semelhantes aos dela, como energia excessiva e, conseqüentemente, insônia e perda de apetite.





Por que nos apaixonamos?


Do ponto de vista biológico, a paixão existe para garantir a procriação. Apaixonada, a mulher seria fiel ao homem (e isso garantiria a ele a certeza da paternidade). Apaixonado, o homem seria fiel à mulher (e isso garantiria a ela ajuda para cuidar do bebê, pelo menos até que ele se tornasse um pouco menos dependente). O psiquiatra americano James Leckman, um dos principais estudiosos do assunto, defende que a duração média desse estado amoroso corresponde ao tempo necessário para a concepção, gestação e nascimento de uma criança. Mais precisa, Helen Fisher acredita que, por ter origem química, a paixão tem vida variável entre 6 e 18 meses.

Segundo a antropóloga, com o tempo, as substâncias responsáveis por ela passariam a circular em menores quantidades no cérebro. Outra hipótese é a de que os receptores dessas substâncias começariam a se acostumar com o seu fluxo (a conseqüência seria a diminuição de seu efeito). Há ainda a possibilidade de que outras substâncias do cérebro inibam a ação dos neurotransmissores da paixão. Independentemente da razão, o resultado é a perda de todo aquele ardor. É o fim?

“Quando os meses se tornam anos, o contentamento romântico tende a amadurecer e virar uma união profunda”, diz Helen Fisher, aliviando a barra. “O êxtase, a energia e o pensamento obsessivo dão lugar a sentimentos de segurança e contentamento.” Ou não. Há sempre o risco, claro, de depois da paixão, em vez de amor, surgir o... nada.

A capacidade de se apaixonar varia com o passar do tempo?

 
Ginecologistas afirmam que na adolescência a tendência a se apaixonar é maior porque nessa fase os hormônios sexuais (os femininos estrógeno e progesterona e o masculino testosterona) começam a ser produzidos, provocando um choque no organismo desabituado a eles. “Mulheres, principalmente, são mais sujeitas à ação dos hormônios por causa das variações do ciclo menstrual”, diz Carolina Carvalho, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Mulheres ficam mais propícias a apaixonar-se na metade do ciclo, na fase da ovulação (a libido aumenta nesse período porque o corpo se empenha em cumprir a função reprodutora para a qual foi projetado).

Já a fase da pré-menstruação é a pior em termos de capacidade de paixão. A maturidade emocional que nasce do acúmulo de experiências também explica por que nos apaixonamos menos com o passar do tempo. O lado racional passa a pesar mais. “As pessoas começam a analisar cada situação no contexto da vida e a se perguntar se vale a pena ou não arriscar-se em nome de uma paixão”, diz o neurocientista Edson Amaro, professor do Departamento de Radiologia da Universidade de São Paulo (USP).
Se apaixonar é muito bom!!! Manter a paixão acesa é melhor ainda!!!
 
 
Vi no blog Meninas Only
Por: Rafael Tanon e Vinícius Rodrigues

Testando o air bag

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Quando o povo não tem o que fazer, junta uns amigos e um pouco de alcool no sangue, só pode esperar merda!

Por que não pensei nisso antes?

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